Participação na terceira edição da Oficina Sénior

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No âmbito do tema “Envelhecimento”, as turmas EFA-NS E, F e G associaram-se ao Projecto Oficina Sénior da responsabilidade da Professora Cristina Matos e a quem deixamos aqui o nosso agradecimento pela oportunidade de colaboração dada, e, no dia 29 de Abril, à tarde, participaram na terceira edição do referido Projecto, que decorreu na Biblioteca Municipal de Mangualde, com a dinamização do Workshop “Bem Envelhecer no século XXI” que incluiu uma pequena exposição, a promoção do exercício da mente com a realização de sopa de letras, completamento de provérbios, distribuição de panfletos com dicas de bem envelhecer elaborados pelas turmas envolvidas nesta iniciativa.
Após a abertura que contou com a presença do Sr. Presidente da Câmara Municipal bem como da Sra Vereadora da Acção Social, seguiu-se a Palestra sobre “Segurança na Terceira Idade” dinamizada pela GNR, teve depois lugar um momento cultural com música e poesia animado pelos alunos da turma G do 12ºano do Curso Tecnológico da Acção Social que dinamizam, sob orientação da Professora Cristina Matos, a Oficina Sénior e ainda uma divertida rábula referente a um casal de terceira idade interpretada por Formandas do Curso EFA-NS F. Seguidamente, todos os idosos se dirigiram aos vários Workshops, a saber, de música, dança, jogos, trabalhos manuais, tendo este último promovido a realização de trabalhos em feltro orientados por uma Formanda da Turma EFA-NS F. A presente edição da Oficina Sénior terminou com um saboroso lanche oferecido pela Câmara Municipal de Mangualde.
Foi uma oportunidade enriquecedora que proporcionou um saudável contacto intergeracional e que permitiu contribuir para a revalorização desta fase da vida.
As turmas EFA-NS E, F e G

Final do Concurso de Dança

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DSCF2058O grupo XPTO –

Samuel Ferreira e Joana Santos foram os grandes vencedores do Concurso de Dança que a Associação de Estudantes promoveu ao longo destes meses e que se tornou um êxito na nossa escola. Parabéns à equipa vencedora e a todos os participantes!

II Jornadas Clube da Floresta – Reserva natural de S. Jacinto

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DIÁRIO DE BORDO

Sexta-feira, 16 de Abril
A nossa aventura teve início por voltas das 12h45, no portão da nossa escola; de repente o passeio ficou invadido com as mochilas de todos aqueles que estavam prontos para um super fim-de-semana. Os “Protectores da Floresta”, ansiosos por embarcar, transportavam entusiasticamente os seus pertences para o autocarro que partiu em direcção a Aveiro.
Chegados ao destino, deparámo-nos com a árdua, cansativa, mas recompensadora, tarefa de subir o farol da famosa praia da Barra. Ficámos estafados mas ao mesmo tempo maravilhados com a belíssima paisagem sobre a qual tínhamos vista privilegiada.
Como este não era o nosso destino final, rumámos, então, até São Jacinto, a pequena e aconchegante vila que se tornaria a nossa casa por estes dias. Arrumámos as nossas “tralhas” e aproveitámos o serão.

Sábado, 17 de Abril

Cedo amanheceu na reserva, mas apenas às 08h00 se ouviram as primeiras vozes. O dia apareceu solarengo, o que nos deixou bastante animados. Depois do pequeno-almoço, dirigimo-nos ao Centro Interpretativo da Reserva, onde nos seria resumida parte da história daquele local que ficaríamos a conhecer na caminhada de 7 quilómetros que nos esperava. Ao longo da mesma, a maior parte de nós enfrentava a difícil tarefa da “luta contra os mosquitos” enquanto outros se preocupavam com a lama que se fazia notar no chão. Foram diversas as espécies que ficámos a conhecer e a compreender mais pormenorizadamente, tendo para isso contribuído a Dra. Angelina, a nossa guia.
Regressámos a casa para um breve e leve almoço, uma vez que planeávamos ir à praia. Esta estava excelente: a água por sinal encontrava-se a uma temperatura bem convidativa o que incentivou alguns de nós a dar um mergulho.
Já o sol começava a querer esconder-se quando retomámos o caminho de volta à reserva para tomar um duche e jantar. Mais uma vez o nosso serão foi passado ao som das nossas vozes e das guitarras e no meio de alguns jogos.

Domingo, 18 de Abril
Ninguém estava pronto a abandonar aquele sossego, todos queríamos permanecer na reserva sem ter de pensar em estudar para os testes. Como era o ultimo dia, descansámos até mais tarde e após o pequeno-almoço fomos dar uma volta pela vila.
A hora da partida aproximava-se cada vez mais e os últimos minutos estavam a ser aproveitados ao mais ínfimo pormenor. À medida que íamos transportando as mochilas para o autocarro do município, a fantástica paisagem que nos envolvia era já recordada com saudade de momentos únicos que criámos e proporcionámos com a nossa boa disposição.
É claro que se a Professora Ana Cardoso e o Professor Pessanha não tivessem tomado a iniciativa, nada disto teria sido possível; mas, como somos uns meninos e meninas muito orientados e certinhos (segundo a professora), merecemos estes dias memoráveis.

Raquel Costa 10ºC
Podes ver as fotos destes dias aqui!

Um momento de leitura com…

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“Um amor em tempos de guerra” de Júlio Magalhães

livro_julioUm dos episódios mais marcantes e controversos da História contemporânea portuguesa foi a guerra do ultramar, que, quer queiramos quer não, deixou marcas profundas no coração dos portugueses. Lembro-me da ansiedade vivida pelas famílias quando os mancebos tinham que se apresentar no Quartel para cumprirem o Serviço Militar. Havia sempre a esperança que ficariam no continente e que os anos passariam rápido, porém a realidade era bem mais cruel…
A 25 de Abril de 1974 deu-se, finalmente a Revolução, e a ansiedade deu lugar ao alívio: a Guerra acabou!
Mas, passados 36 anos, e em jeito de reflexão, questiono-me para onde foram os sonhos dos meus 14 anos…? Para onde foi a tão gritada Igualdade; as promessas de Justiça Social, de Progresso, de Educação de Liberdade…? Ouço alguns desiludidos e nacionalistas a exclamar: «Volta Salazar! Estás perdoado!» Até os compreendo… com este oceano de corrupção, de oportunismo, de violência gratuita, de desemprego, de insegurança, de desmoralização, de bulying, de revolta, de desilusão, de… de…., enfim…
Porém há sempre «alguém que resiste, há sempre alguém que diz não!» e para limpar aqueles pensamentos que estava a ter, pus-me a ler «Um Amor em Tempos de Guerra» de Júlio Magalhães um dos rostos mais conhecidos do jornalismo português é director de informação da TVI. Nascido no Porto a 7 de Fevereiro de 1963, foi para Angola com sete meses, tendo vivido um ano em Luanda e doze em Sá da Bandeira (Lubango). Em 1975 regressou para Portugal, mais precisamente, para a cidade do Porto. Aos dezasseis anos, iniciou a sua carreira como colaborador de O Comércio do Porto na área do desporto. Dois anos mais tarde integrava os quadros do mesmo jornal. Trabalhou ainda no jornal Europeu, no semanário O Liberal, na Rádio Nova e, em 1990, estreou-se na RTP onde, para além de jornalista e repórter, apresentou o programa da manhã e o Jornal da Tarde.

Pediram-me para fazer um comentário a este romance, mas como sempre me acontece sinto alguma dificuldade em começar a escrever seja o que for….

A verdade é que a história fez-me recuar aos tempos da minha infância e parte da adolescência o que fez renascer em mim a tristeza em que toda a minha geração, ou quase toda foi educada. Era o medo, confundido com respeito, medo do pai, do avô, do/a professor/a, medo deste e disto e daquilo, a vergonha disto e daquilo, o querer isto ou aquilo, mas não, porque «isso não é para nós…!». Bolas! Já pareço o outro: «Será que a minha cara é diferente da dum fidalgo?» Também me lembrei dos meus tios que foram para a guerra: «Então, João como foi por lá?» «Não me fales disso… quero é esquecer…!» Mas, parece-me que não foi só o meu tio que quis esquecer, sinto que muitos de nós já esqueceram, e creio que rápido de mais, tudo o que Portugal viveu naquela época!
De facto este livro relata-nos uma história de amor empolgante, como muitas que aconteceram desde 1960 até 1974, lembrando-nos que em tempos de guerra e sofrimento há amores que resistem a tudo…
Tudo começa em Portugal na pequena localidade de Vimieiro – Santa Coma Dão – Viseu «na rua que ia dar às traseiras da mais conhecida habitação do país, a do presidente do Conselho António Oliveira Salazar.
António, personagem principal, assim se chamava porque a mãe Maria das Dores pensou que poderia vir a ser como aquele senhor que nasceu pobre como eles, mas que estudou e se fez grande e que agora tanto fazia por Portugal», o vizinho António de Oliveira Salazar (senhor de cabelo branco e ar sério), em Vimieiro. Filho de gente pobre: pai ferreiro de profissão, bem conceituado na zona, trabalhava de Sol a Sol, a mãe tratava da casa, do campo, do filho e do marido e sonhava com uma vida melhor para o filho.
Algumas vezes António cruzava-se com a figura de Salazar, sabiam que eles estavam na terra, quando deambulavam homens de fato preto e chapéu, vigilantes a todos os pormenores. Autênticos polícias que António, do alto da sua infância, desconhecia serem elementos da PIDE. (…) Tal vigilância impedia António de trepar à grande figueira, que estava junto à magnólia, que dava para a rua, cujos figos maduros, grandes e saborosos eram uma verdadeira tentação.
A aldeia era pequena, poucas casas, um largo, a igreja, a taberna do Manel o único ponto de encontro e convívio da população, o cemitério e a estação de comboio que ficava a poucos metros da casa de António.
O tempo foi passando, António nunca tinha saído da aldeia, amava Amélia, desde os tempos da escola, com quem prometeu casar e ser muito feliz. Mas… em 1961 a guerra colonial rebentou, em 1963 a 7 de Fevereiro, António viu partir o pai num simples caixão de madeira.
Mas a sombra da tropa era cada vez mais real e Maria das Dores vivia aflita com a possibilidade de o seu António a abandonar … e rezava à Nossa Senhora de Fátima e fez promessa de ir a pé ao santuário se poupasse o filho da tropa. E da guerra.
As famílias marcaram a data de casamento. Amélia fez o enxoval. A carta de apresentação no quartel de Chaves chegou primeiro! Maria das Dores desmaiou. Como avisar Amélia?
António partiu para o quartel. Fez amigos no comboio. Durante a recruta escreveu cartas para a mãe e a noiva. Em Chaves fez novos amigos, o Brito de Beja, o Carlos do Algarve. A recruta acabou! Depois do Natal, Brito parte para Tancos, Carlos e António partem para a Póvoa do Varzim. O alívio era grande!
Corria o ano de 1968! António informa Amélia que vai para uma missão ultramarina. António tinha 20 anos!
Aportaram em Luanda. As expectativas eram muitas. O receio muito maior. António continuou a escrever para as mulheres da sua vida. Passada uma semana a companhia de António partia para o Norte do país. – Quipedro, a leste de Nambuangongo.
O tempo foi passando… MESES E ANOS… Tanto mar… Novas relações… Dulce… mulata salva de ser morta por António… amaram-se… António foi para uma missão mais a Norte… lá ficou… foi dado como morto…
Amélia chorou, viveu como viúva… casou-se com Osvaldo, que lhe batia… Dulce morreu após a luta civil em Angola. Deixou António… filho de António!
Um dia António fugiu do cativeiro…………

Comentário de:
Adelaide Campos
Professora de Português

ABRIR ABRIL

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Como prova de que é possível escrever textos ricos e diferentes, embora os vocábulos que os compõem sejam todos iniciados pela mesma letra, aqui fica um paradigma poético, que saiu da pena do “nosso” poeta Gilo. Embora não estejam contemplados prémios para docentes, congratulamo-nos pela criatividade e oportunidade com que prontamente nos presenteou. O nosso bem-haja por ter respondido ao desafio.

Vilma Silvestre

Esperamos que sirva de inspiração:

Antes
Alma aferrolhada
Avós analfabetos
Alacridade acabrunhada
Antifascista aprisionado
Alentejo amortalhado
Apátrida assassinado
Acicatam anteontem
Acoitado ao anoitecer
Ânsia amorenada
Arma aperaltada
Aponta à apatia
Aquartela a alegria
Arroteia agricultor
Abraça artista
Arroja amor
Assim
Amanheceu
Arruda afogueada
Abarrotando avenida
Avozeando alvorada
Acorda a atrevida

Agora
aconteceu
Abrir Abril
Ao abecedário agrilhoado
Acautelando [o] amanhã

26 de Abril de 2010

Gilo

Downhill

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Nova imagem
Downhill, um desporto de “loucos”, radical para uns embora perigoso para outros.
Apaixonante e emotivo, o downhill é sobretudo espectacular. Downhill é uma forma do ciclismo que consiste em descer o mais rapidamente possível um dado percurso, com circuitos mundiais nas montanhas mais altas do planeta. O downhill é praticado por riders muito experientes e dedicados e este tipo de modalidade. Teve origem na segunda metade da década de 70 na Califórnia, mais propriamente nas montanhas de Marin County, perto de San Francisco. Em Portugal, esta modalidade começou a ser praticada em Leiria, mais propriamente em Porto de Mós; desde então, tem-se vindo a expandir por todo o país.
As competições do Downhill são recentes; o primeiro campeonato foi realizado no ano de 1990 e foi ganho pelo norte americano Greg Herbold. O Downhill foi a primeira modalidade do MTB (Mountain Bike).
No início, esta modalidade era praticada com bikes de Cross Country; actualmente, as bikes são compostas por um quadro preparado para sofrer grandes impactos, normalmente reforçados nas soldaduras que mais têm tendência para partir. Também são utilizadas suspensões no mínimo de 180 mm de curso, travões a disco de accionamento hidráulico, pneus largos e desenhados conforme o tipo de terreno. Na sua pedaleira é instalada uma guia que faz com que a corrente não saia do seu prato devido à trepidação que saltos e grandes velocidades proporcionam. Estas bikes também diferem na sua geometria, tendo a sua suspensão da frente mais alta, e mais inclinada para trás, o que faz com que os riders tenham menos probabilidades de cair para a frente. Num futuro próximo, a bicicleta de Downhill vai sofrer um desenvolvimento que contribuirá para que seja reduzido o seu peso mínimo de 20KG.
As pistas começaram por ser mais abertas, sem grandes obstáculos para contornar, onde a velocidade era a primeira prioridade. Com o evoluir deste desporto, começaram a ser introduzidas single tracks (faixas únicas), drop-off (degraus altos), gaps (lacunas), pedras, duplos (composto de rampa de lançamento e rampa de recepção com um vão entre elas) e mesas (o mesmo que o duplo só que com o vão preenchido). A estes obstáculos juntam-se a lama, raízes e valas.
Neste desporto, ocorrem quedas que podem ser fatais; para que tal perigo não aconteça, é utilizado equipamento de protecção, que protege os riders de quedas perigosas. Normalmente, usam-se capacetes, caneleiras, googles (óculos), luvas reforçadas nos nós dos dedos, e, por vezes, menos utilizado, cotoveleiras e coletes que protegem o peito e as costas.
Para se praticar muito bem este desporto, o rider tem que ser bastante hábil, ter uma elevada capacidade de reacção e concentração, uma excelente forma física e uma resistência acumulada.

Daniel Marques – nº 5 – 10º H

Liberdade

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Actualmente, vivemos num mundo em que a liberdade é um nome vago. São várias as interpretações feitas pelos adolescentes, adultos, idosos e crianças.
É na altura da adolescência que advém o primeiro significado da liberdade, isto porque, para muitos, a liberdade é “borga”, quando atingem a maior idade, 18 anos, pensam que podem fazer tudo o que querem, agem sem pensar nos riscos que podem correr. Todos os excessos, como drogas, bebida alcoólicas e velocidade, provocam muitas mortes onde acabam por morrer pessoas que não têm culpa pelos desmazelos dos adolescentes.
São estes e muitos outros exemplos que compõem a definição de liberdade. Factos que nos fazem crescerem e que nos mostram que a liberdade é muito subjectiva.

Joel Azevedo Peixoto nº10 – 10º H
Luís Francisco Faria Loureiro nº16 – 10º H

Apreciação Crítica- Eliminatórias: Sporting x Atlético De Madrid

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A primeira mão, no passado dia 4 de Março de 2010, no estádio Vicente Calderón em Madrid, foi realizada às 19:00 horas locais.
Achamos que o Sporting começou a jogar melhor até aos trinta minutos com o remate de Liedson na barra, embora, a seguir, Leandro Grimi tenha visto o segundo amarelo e tenha sido expulso. A partir daí, o Sporting ficou desfalcado na defesa e o Atlético dominou o jogo até ao intervalo mas nem com isso conseguiu facturar. Em relação à arbitragem, discordamos plenamente, pois o árbitro principal mostrou vários cartões amarelos à equipa do Sporting e o Atlético, tendo feito um elevado número de faltas graves, não foi punido com qualquer cartão.
Na segunda parte, o Atlético dominou o jogo apesar de não conseguir fazer golo; aos oitenta minutos, Tonel foi expulso por um empurrão a Kun Aguero, e, reduzido a nove unidades, conseguiu, mesmo assim, manter o resultado até ao final, levando a decisão para a segunda mão.
A segunda mão foi realizada no passado dia 18 de Março de 2010, no estádio José de Alvalade, em Lisboa, pelas 20:00 horas locais.
Achamos que o Atlético entrou a matar, fazendo um belo golo, bastante cedo, mas o Sporting conseguiu reagir, marcando o golo do empate por autoria de Liedson. O Atlético chegou a mais um golo fabuloso de Kun Aguero, que deixou a equipa leonina desmotivada perante este resultado, mas eis que surge um golo brilhante de Miguel Veloso, através de um livre de magnífica execução, embora não tenha sido suficiente, já que o Sporting precisava de uma vitória para passar aos quartos de final e, assim, fica-se pelo caminho da Liga Europa.

10º H
José Fonseca Nº14
Emanuel Cruz Nº7
Ricardo Costa Nº22

Final do Concurso de Dança

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Será na 5ª feira, Dia Mundial da Dança, que se realizará a fase final do Concurso de Dança promovido pela AE.
Dancefour“, “XPTO” e “Las Chicas del Fuego“ serão as equipas em prova, que sob o tema “Profissões”, disputarão a última eliminatória.
Será de certeza uma final bastante animada na qual as equipas colocarão toda a sua criatividade e empenhamento e que, uma vez mais, contará com o apoio de toda a escola!

MotoCross em Vila Ruiva

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Na tarde de domingo no dia 14 de Março de 2010, decorreu uma prova de MotoCross em Vila Ruiva, Nelas.
Pela exibição dos vários concorrentes, consideramos que esta foi uma boa prova.
O piloto Mário Patrão, número 5, fez uma excelente demonstração, arrancando em primeiro lugar, com alguns metros de avanço, com a Suzuki 250 cc.
Na 4ª volta, já levava 2 voltas de avanço sobre os outros corredores. Uma hora depois do início da partida, os concorrentes adversários já demonstravam alguma fadiga corporal e psicológica e alguns corredores abandonaram a prova.
Muitos deles tiveram alguns percalços ao longo da partida.
O corredor nº5 conquistou o pódio logo no início da partida.

José Lagoas nº15
Marco Fernandes nº17
Micael Pais nº18
Micael Albuquerque nº 19
10º H